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Foto: Alessandra Melo de Aguiar

Alessandra Melo de Aguiar

Alessandra chegou à Fiocruz em 1996, como estagiária do INCQS. Sua trajetória na Fiocruz estava apenas começando e agora, em 2011, exerce seu trabalho na Fiocruz Paraná.

Qual a sua formação?
Sou Biomédica e mestre em ciências morfológicas pela UFRJ e doutoranda em Biologia Celular e Molecular pela UFPR.

Quando chegou à Fiocruz?
Acho que meu coração chegou na FIOCRUZ antes mesmo de ter idéia do que era a instituição. Desde criança era fascinada pelo castelo. Perguntava a minha mãe o que era, ela dizia: é aí que trabalham os cientistas, criança não pode ir lá.... O tempo passou e em 1996 comecei a estagiar Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde onde fiz também iniciação científica. Após 3 anos na UFRJ, regressei a Fundação Oswaldo Cruz, como tecnologista no concurso de 2002. Em 2006 me juntei a semente da Fiocruz no Paraná, o Instituto de Biologia Molecular do Paraná que deu origem em 2009 ao Instituto Carlos Chagas.

Já atuou em outros lugares, além da Fiocruz? Se sim, conte-nos um pouco sobre sua trajetória.
Atuei como técnica de laboratório na Universidade Federal do Rio de Janeiro por 3 anos. Foi um período de grande aprendizado e crescimento profissional, que me deram as bases e os rumos de toda a minha carreira.

Conte-nos um pouco sobre seu trabalho.
Atuo no Laboratório de Pesquisa Básica de Células-Tronco (LABCET) no Instituto Carlos Chagas (ICC) e faço parte do grupo que realiza pesquisa, em nível celular e molecular, para investigação de estratégias e mecanismos de diferenciação in vitro de células-tronco humanas adultas, de origens diversas (medula óssea, sangue de cordão umbilical, tecido adiposo e tecido cardíaco adulto), a cardiomiócitos para terapia celular. Sou também co-responsável pela plataforma de citometria de fluxo do ICC.

Já fez algum curso de capacitação pela Fiocruz?
Fiz vários cursos e tive o apoio institucional para o desenvolvimento profissional dentro da FIOCRUZ.

Se recorda de alguma situação gratificante que tenha vivido nesse período trabalhando aqui na Fundação?
Vivi vários momentos marcantes na FIOCRUZ, desde a realização dos meus sonhos de criança até a consolidação de uma carreira que eu escolhi. A cerimônia de posse como servidora em frente ao castelo num lindo dia de sol. Os abraços ao castelo. O trabalho árduo culminando na obtenção de resultados analíticos e científicos. A participação no CD/INCQS como representante dos funcionários. A eleição como diretora da ASFOC aqui no Paraná. O primeiro financiamento para pesquisa que obtive em meu nome. A inauguração do ICC. O abraço ao ICC.

Quais os maiores desafios de seu trabalho?
Focar no futuro e compreender a importância de meu trabalho, manter a criatividade, o rigor científico e a capacidade de acompanhar os avanços científicos e tecnológicos em minha área de atuação, estabelecer colaborações e crescer junto, apesar das dificuldades inerentes a quem faz pesquisa no Brasil. Manter o foco: meu trabalho deve gerar benefícios para a saúde da população brasileira, direta ou indiretamente.  

Sob sua concepção, qual a importância dos seus serviços desenvolvidos na Fiocruz Paraná?
São importantes para os avanços científicos em minha área de atuação, para o desenvolvimento da pesquisa e da ciência no país. Além de colaborar com outros pesquisadores na realização de experimentos e análises e auxiliar na formação de novos profissionais.

O que significa a Fiocruz para você?
A Fiocruz significa pra mim uma instituição com história que mostrou ao longo dos anos competência para vencer os desafios. É uma instituição centenária e fazer parte desta história é uma das coisas mais gratificantes profissionalmente, e gera grande motivação para o dia-a-dia. A FIOCRUZ significa também o meu futuro: o local que quero trabalhar por toda a minha vida e deixar a minha marca nesta história de vitórias.


Como servidor público, qual a importância do seu trabalho para a Fiocruz e a sociedade?
Como servidor público atuando na FIOCRUZ, sei que estou em um local que me dá satisfação pessoal e profissional, e que também me dá condições de realizar meu trabalho da melhor forma possível: este é um grande privilégio. Mas tenho a responsabilidade de reconhecer que a instituição depende de meu trabalho e que é meu dever e minha motivação trabalhar com qualidade, rigor e critério e de desempenhar minhas atividades com o foco na saúde da população.

Entrevista publicada em 25.10.2011 - Foto: Arquivo ICC

Comentários (1)

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Sem foto em 01.12.2011 às 12:21

Tive oportunidade de trabalhar com Alessandra quando ingressamos no mesmo ano no INCQS. Trata-se de uma ótima profissional! Parabéns, Ale!

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