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Foto: Érika Teixeira

Érika Teixeira

Há 11 anos trabalhando na Fiocruz, mas com uma longa história de vida junto da instituição, Érika Teixeira praticamente cresceu na Fiocruz. Nesta entrevista ela conta um pouco mais sobre esta intensa relação.

Há quanto tempo está na Fiocruz?
Eu trabalho aqui na Fiocruz há 11 anos, comecei como bolsista, depois trabalhei como terceirizada e desde o concurso de 2006 sou servidora. Mas a minha história com a Fundação começou muito antes, quando eu tinha apenas 5 anos de idade. Minha mãe trabalhava como comerciante no campus, e eu adorava acompanhar ela, ficava encantada com o castelo, cresci junto com a Fiocruz. 

Qual é a sua formação?
Sou formada em Direito.

Você já atuou em outros departamentos ou unidades?
Em 1998, quando entrei, trabalhei na Dirad, e no ano 2000 fui contratada pelo Icict. O trabalho na Fiocruz foi meu primeiro e único emprego.

Que atividades você desenvolve no Icict?
Eu trabalho no setor de compras, fui a primeira funcionária do setor, trabalhava sozinha. Hoje somos 4 servidores, trabalhamos com todas as fases das compras, elaboramos licitações, fazemos pregões, todos fazem tudo. Nossa principal conta é a assinatura de revistas científicas internacionais, algumas custam o preço de um apartamento pela assinatura anual, que disponibilizamos para toda a comunidade Fiocruz. 

Quais os principais desafios neste trabalho?
Nós estamos sempre lutando contra o tempo, sob cobrança dos pesquisadores. A maior dificuldade que enfrentamos é quando alguns cobram uma rapidez e agilidade, sem entender que, no serviço publico, temos que respeitar uma série de exigências para fazer compras. Mas, no geral, gosto muito do meu trabalho, de ver os resultados. 

Que experiências na Fiocruz você destacaria?
São muitas. Ter visto a instituição comemorar seu centenário, acompanhar seu crescimento, pra mim foi uma grande emoção. Também tenho grande orgulho de ter participado do grande crescimento do Icict, durante a gestão da Ilma Noronha, com a transformação de unidade de apoio para instituto. No meu trabalho, conseguimos agilidade nas aquisições, sendo até elogiados em fóruns internos da unidade. Eu sempre olho para o meu trabalho, a minha unidade, inserida no contexto maior da instituição. Tudo o que eu faço não é só pelo Icict, mas pela Fiocruz.

No campo pessoal, eu destacaria o momento em que fui aprovada no concurso. Quando recebi a notícia, a primeira coisa que pensei foi que poderia colocar minha filha, então com 1 ano e meio, na Creche Fiocruz. Poder ter minha filha junto de mim, neste ambiente maravilhoso onde eu também passei parte da minha infância é muito gratificante.


E o futuro? Quais são seus objetivos?
Eu quero sempre crescer, trabalhar, aprender, participar da vida e da construção permanente desta grande instituição.

O que representa a Fiocruz para você?
É a minha casa. Tenho muito orgulho de pertencer a esta instituição. O que a Fiocruz faz pela saúde da população não tem preço. A Fiocruz é um exemplo de instituição pública, para todo o serviço publico deste país.

Entrevista publicada em 02.09.2009 - Foto: Comunicação/Direh

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