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Foto: Liamara Carvalho

Liamara Carvalho

Liamara trabalha no Núcleo de Saúde do Trabalhador há 15 anos, desde quando ainda se chamava Serviço de Medicina Social. Responsável pela área de Psicologia do Trabalho, é também coordenadora substituta do Núcleo.

Há quanto tempo você está na Fiocruz?

Entrei aqui em fevereiro de 1995, portanto, vou completar 15 anos em breve. 

Você sempre trabalhou no Nust?

Sim. Eu entrei aqui quando ainda se chamava Serviço de Medicina Social, antes de se tornar o Nust. Comecei como bolsista Pape, em 1999 fui contratada e em 2008 fui efetivada como servidora, depois de ser aprovada no concurso de 2006. 

Qual a sua formação?

Sou graduada em psicologia. Fiz pós-graduação em administração de Recursos Humanos, depois fiz outra pós em dependência química, especialização em saúde do trabalho, entre outras. 

Quais atividades o serviço de psicologia desenvolve?

Fazemos atendimento individual, atuamos com programas de prevenção e vigilância da saúde, sempre trabalhando de forma multidisciplinar, articulando-se com os demais setores do Nust. É impossível fazer este trabalho sozinho. Os nossos projetos sempre englobam todos os setores da CST. Nós não fazemos psicoterapia, somos psicólogos do trabalho. 

Quando um trabalhador nos procura com problemas, nós o atendemos, acolhemos, e fazemos o encaminhamento para o serviço mais adequado para o problema dele, e acompanhamos o tratamento. Nossa proposta não é fazer terapia, embora muitos trabalhadores nos procurem para esse fim. Nosso setor não é de psicologia clínica, é de psicologia do trablaho.

Fale um pouco sobre os projetos desenvolvidos.

Neste ano nós estamos com o projeto de saúde do trabalhador no campus da Fiocruz na Mata Atlântica, em que realizamos oficinas onde reunimos todos os trabalhadores para tratar dos mais diversos temas relacionados à saúde no trabalho. Tem sido um trabalho bem sucedido, pois estamos levando a saúde até este campus afastado e também é uma ótima oportunidade para os setores da CST trabalharem em conjunto, envolvidos no mesmo projeto. 


Para o ano que vem estamos planejando um programa de dependência química para a instituição, no âmbito do planejamento estratégico que a Direh vem elaborando. Nós sempre oferecemos atendimento aos trabalhadores usuários de drogas, com acolhimento, avaliação da dependência e encaminhando para tratamento. Nosso objetivo é ampliar mais ainda esse nosso trabalho.

Quais os principais desafios neste trabalho?

A equipe é pequena, somos só duas psicólogas. Temos dificuldades, mas em geral o trabalho consegue andar, principalmente pela nossa atuação em equipe com outros profissionais do Nust. O trabalho em equipe compensa as dificuldades. 

Quais as suas metas na fundação?

Eu quero ainda fazer mestrado e doutorado, assim que eu tiver mais tempo, vou me dedicar a esse objetivo.  

O que representa a Fiocruz para você?

É uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. Eu tenho muito carinho pela instituição. Aqui aprendi tudo o que sei sobre Saúde do Trabalhador, sempre tive muito orgulho de trabalhar aqui, desde os tempos de bolsista. Quando passei no concurso foi uma grande felicidade, principalmente por causa dos meus colegas, que ficaram muito felizes pela minha conquista, foi um momento muito marcante.

Entrevista publicada em 08.10.2009 - Foto: Comunicação/Direh

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