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O que há de mais importante na Fiocruz Adicionar o RSS

Foto: Eduardo Koatz

Eduardo Koatz

Com 18 anos dedicados ao trabalho na Fiocruz, Eduardo Koatz já passou por diversas unidades, como o Museu da Vida, e hoje atua na Diretoria Regional de Brasília – Direb – que representa a Fiocruz na capital nacional.

Há quanto tempo você está na Fiocruz?
Trabalho na Fiocruz desde 1991 e, em 1996 fiz concurso para o Museu da Vida. 

Em quais setores/unidades você já atuou?
Comecei como arquiteto, terceirizado, detalhando a Biblioteca de Manguinhos e, depois, o Pavilhão Leonidas e Maria Deane. No Museu da Vida, coordenei o Circuito de Visitação, contribui para sua abertura nos sábados e domingos, realizei os projetos de arquitetura do Epidaurinho e da Pirâmide, participei do Centro de Educação do Museu onde ajudei a criar o Curso de Monitores para estudantes de ensino médio, moradores da Maré; o programa de estagiários do Museu; o curso de apresentação do Museu da Vida e, junto com a Direh, o curso de apresentação da Fiocruz para novos colaboradores.
Na Direb, desde 2006, colaborei na realização de feiras e exposições, sob coordenação da Dra. Luciana Sepúlveda; contribui para realização das novas instalações no campus da UnB; atuei como vice-diretor, na gestão da Dra. Fabíola de Aguiar Nunes, iniciando os debates para a mudança de sede e fui Coordenador de Ensino. 
 
Que atividades você desenvolve atualmente?
Atualmente, retorno às origens tratando das exposições e eventos de popularização da ciência com a Dra. Luciana Sepúlveda.

Que atividades a Direb desenvolve em Brasília?
A Direb é a representante da Presidência da Fiocruz em Brasília sendo nesta área a sua principal atuação. Porém, muitos pesquisadores vêm à Brasília acompanhando o cônjuge e acabam por desenvolver atividades de ensino, principalmente.
 
Qual o maior desafio neste trabalho?
No meu trabalho atual o principal desafio é fazer com que a Direb seja representação de todas as Unidades da Fiocruz em Brasília. Que as exposições e eventos apresentem toda a diversidade que tem a Fiocruz hoje.

O que você acha da regionalização da Fiocruz?
A Fiocruz é do Brasil e, neste sentido, deve contribuir para que seu modo de fazer ciência, ensino e produção seja disseminado, contribuindo para a transformação do Brasil em país agente de seu próprio destino. 
 
Recentemente, durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a Fiocruz realizou um grande evento de divulgação científica em Brasília. Na sua opinião, qual a importância de um evento como este para a divulgação do trabalho da Fundação na capital federal?
Este foi o quinto ano de participação da Fiocruz Brasília na Semana de C&T. Este foi o melhor ano, a mais expressiva exposição já feita e eventos como este ajudam a marcar a Fiocruz do Brasil. Nossa Ascom está de parabéns! Mas, ainda hoje encontramos por aqui pessoas que confundem a nossa instituição com fábrica de fios, por exemplo. Por outro lado, há que se ter, também, uma ação mais direta de divulgação da Fiocruz junto ao Parlamento e ao Governo do Distrito Federal. 

Conte-nos alguma história marcante vivida na fundação.
São muitas as histórias e vou contar apenas duas:
No Museu da Vida, em vários momentos acompanhei pessoas em visita pelo campus. Certo dia, a pedido do Canal Saúde, recebi três indígenas que participariam de um programa de TV e resolvi fazer a visita em meu velho carro, sem ar, janelas abertas. Bom que não estava muito quente. A certa altura, após passarmos pela fábrica de vacinas, indo em direção à Ensp, pela avenida que margeia o canal, perguntei se era a primeira vez que vinham ao Rio. Dois responderam que sim, era a primeira vez e o terceiro disse que já conhecia mas não o cheiro....

Durante a gestão da Dra. Fabíola na Direb, muitas histórias podem ser contadas a começar pela sua posse com a presença do Ministro Temporão. Mas, uma que me marcou muito foi a reunião que ocorreu no início deste ano, a convite da Dra. Fabíola, com a presença de todos os ex-diretores da antiga Coreb, Direb e Fiocruz Brasília. Esta reunião está gravada em vídeo e teve a participação da Dra. Dilene Raimundo, pesquisadora da COC. A partir desta reunião é que tive a certeza de que em Brasília nosso pequeno grupo está fazendo história. Uma história que resgata a participação da Fiocruz na capital federal.

O que representa a Fiocruz para você?
A Fiocruz é do Brasil!
Esta é a bandeira que todos nós devemos levantar para que o povo brasileiro tenha orgulho de TER a Fiocruz.
Entrevista publicada em 18.11.2009 - Foto: Comunicação/Direb

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