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Foto: Jorge Pessanha

Jorge Pessanha

Há mais de 20 anos como servidor da Fiocruz, todos eles dedicados ao trabalho na Diretoria de Administração (Dirad), Jorge Pessanha é o chefe do Departamento de Operações Comerciais e membro da Coordenação Administrativa do Programa Farmácia Popular do Brasil.

Desde quando você está na Fiocruz?

Estou trabalhando aqui desde 12 de julho de 1989.


Qual a sua formação?

Sou formado em Administração, com pós-graduação em sistemas de informação pela UFF, marketing internacional pela Cândido Mendes, e direito empresarial pela FGV.

Você já trabalhou em outros setores ou unidades?

Sempre estive aqui na Dirad. Eu trabalhava no Serviço de Importação e Exportação (Siex) do Departamento de Operações Comerciais (Decon). Há 9 anos estou na chefia do Departamento.

Que atividades você desenvolve no Decon?

O Departamento tem três serviços, o Siex, onde já trabalhei, o Serviço de Administração de Compras (Seac) e o Serviço de Administração de Materiais (Seam), além da área de Logística e Suprimento Operacional do programa Farmácia Popular, Gestão de Contratos (Gescon), e Passagens e Transportes Nacionais. 

Todos estes setores estão subordinados a mim, que sou o responsável por garantir o bom funcionamento de todos eles. Além disso, sou membro da Coordenação Administrativa do Programa Farmácia Popular do Brasil.

Quais os maiores desafios na chefia do departamento?

Manter os usuários satisfeitos com a nossa prestação de serviços, pois nós estamos aqui para servir. O maior desafio é ter uma equipe qualificada, ter a área perparada, para fazer essa interface entre as demandas e os processos. Nós não podemos ser os burocratas que atrapalham o desenvolvimento da instituição. Temos que estar preparados facilitar os pedidos externos. Esse é um objetivo que estamos sempre buscando, e é um trabalho muito difícil.

Você já fez algum curso pela Fiocruz?

Eu fiz um MBA em direito empresarial pela FGV, custeado pela Fundação.

Relate alguma experiência marcante vivida nestas duas décadas de trabalho na Fundação.

Eu me lembro agora de duas histórias marcantes. 

Uma vez eu coordenei o processo de liberação alfandegária de 2 contêineres de 40 pés, que são dois laboratórios completos que vieram de navio para a criação de macacos no Cecal. Depois que eles chegaram no porto e foram liberados, a Polícia Rodoviária só liberou os caminhões para fazerem a entrega à 1 hora da manhã, por causa do trânsito. Nós ficamos esperando muito tempo até podermos sair com os caminhões. Quando finalmente chegamos na Fiocruz, descobrimos que o caminhão não conseguia entrar porque o portão era menor, então foi preciso quebrar o portão. 

Outra experiência marcante foi quando aconteceu o processo de implantação do programa Farmácia Popular. Com a minha experiência adquirida em direito tributário, fui chamado para viajar todo o país, para fazer negociações nos municípios para a implantação do programa, nos anos de 2004 e 2006. Eu entrei como apoio e depois acabei virando um representante do programa junto aos órgãos regionais de saúde.

Como servidor público, de que forma você vê a importância do seu trabalho para a Fiocruz e como ele se reflete na sociedade?

Viabilizamos toda a questão logística na área comercial da Fiocruz: compras, importações, envio de material por transporte e passagens. Toda essa gama dá suporte à área finalística da Fundação, que atende a sociedade como um todo. É satisfatório importar um equipamento que possibilite pesquisas que refletirão na melhoria de condições para a população, por exemplo, bem como evitar que faltem medicamentos nas mais de quinhentas Farmácias Populares do Brasil
 
O que representa a Fiocruz para você?

A Fiocruz está no sangue. Eu visto a camisa da instituição. Como já tenho 20 anos na casa, tento passar minha experiência e essa forma de trabalhar para os mais novos. Eu acredito na importância de uma gestão ligada não pela autoridade, mas pelo respeito e a amizade, com cada um fazendo a sua parte, sabendo a importância do que faz. Na Fiocruz há um ambiente favorável a essa filosofia de trabalho, o que é um ponto forte, na minha opinião.


Entrevista publicada em 17.12.2009 - Foto: Comunicação/Direh

Comentários (3)

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Sem foto em 25.10.2011 às 10:32

Querido Jorge, por tudo que você disse aqui, reconhecemos o seu valor e posso dizer abertamente que me orgulho de ser sua amiga! Você é especial!

Foto Felipe Marinho dos Reisem 27.10.2011 às 10:56
DIREH

Fala patrão! Abraços

Sem foto em 24.02.2012 às 17:02

Fala Patrão! Conheci o Jorge em 2002, ano de meu ingresso na Fiocruz, quando fez uma visita ao ILMD acompanhando o Dr. Fernando Carvalho então Diretor da Dirad e com sua simplicidade e companheirismo peculiar passou a ser minha referência na Fiocruz e a partir daí sempre que tive alguma dúvida ou algum assunto para resolver o Jorge era meu primeiro contato e sempre me colocou em contato com as pessoas responsáveis e com competência para resolver e/ou me orientar. Patrão já se vão quase dez anos e o apoio que você me deu tiro como exemplo para passar aos que ingressam na Instituição. Obrigado Patrão

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