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O que há de mais importante na Fiocruz Adicionar o RSS

Foto: Mônica Márcia Martins de Oliveira

Mônica Márcia Martins de Oliveira

Monica está na Fiocruz desde 1996 e hoje chefia o Departamento de Suporte e Infraestrutura Laboratorial (DESIE).

Qual a sua formação?    
Minha primeira formação foi em Turismo, mas como as possibilidades na área não eram tão atrativas e o ritmo de trabalho muito intenso, senti necessidade de buscar novos horizontes. Resolvi, então, me preparar para concursos públicos e durante este período descobri minha aptidão para o Direito, que se tornou minha segunda formação. Em 2009, finalizei o Mestrado Profissional em Política e Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde da ENSP.

Há quanto tempo está na Fiocruz?
Em 1996, fiz o 1o concurso público da Fiocruz e consegui me classificar no cargo de Assistente de C&T. Naquela época, apesar de eu já ter curso superior, eu considerava difícil conseguir uma vaga em cargos de nível superior por causa da prova de titulação, de maneira que escolhi concorrer a um cargo de nível médio. E tive sucesso na minha escolha... Em 2006, já com dez anos de carreira e tendo a titulação necessária, concorri ao cargo de Analista em C&T e tive sucesso outra vez...

Já trabalhou em outras unidades além do IOC?
Não. O IOC tem sido a minha casa desde que entrei na Fiocruz.

Qual o seu setor?
Meu setor atual é o Departamento de Suporte e Infraestrutura Laboratorial (DESIE), que foi criado em 2007, em resposta à necessidade de adequação da estrutura organizacional do IOC, já defasada à realidade, fato que ocorreu em todas as unidades da Fiocruz.

Quais funções exerce em seu trabalho?
Chefio o DESIE que é o setor responsável por coordenar as ações relacionadas à gestão de recursos econômicos, suprimentos de bens e serviços, apoio de suporte administrativo e de infraestrutura predial para o bom desempenho dos laboratórios e serviços do IOC.

Quais são as suas dificuldades e metas como chefe de infraestrutura?
O IOC é um desafio constante, pois tem uma dificuldade extra às outras unidades, já que está espalhado pelo Campus em treze prédios diferentes em idade, tamanho e estrutura. Tudo se complica no IOC por causa disso. Logo, o nosso maior desafio tem sido transpor essa dificuldade física e a nossa meta é fazer com que a prestação de nosso serviço tenha a mesma qualidade para todos, apesar das dificuldades.

Tem alguma situação marcante que tenha vivido no seu ambiente de trabalho?
A coisa mais marcante que vivi na Fiocruz foi o primeiro Congresso Interno do qual participei assim que entrei. Não existe nada igual a isso em qualquer outra instituição brasileira. Acho maravilhoso poder participar da construção de minha instituição de forma tão democrática e é importantíssima a nossa contribuição, por menor que ela possa ser.

Quais os desafios dentro de sua unidade?
O desafio é conseguir melhorar sempre, fazendo com que essa melhora seja para todos.

O que a Fiocruz representa para você?
Eu adoro saber que faço parte de uma instituição que faz toda a diferença para a saúde da população de nosso país e de outras partes menos favorecidas do mundo. Não existe trabalho melhor que esse!

Entrevista publicada em 14.01.2011 - Foto:

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