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Foto: Bruno Amorim

Bruno Amorim

Bruno está na Fiocruz desde agosto de 2003 e atualmente atua no Serviço de Adequações Físicas da Diretoria de Administração do Campus (Dirac).

Qual a sua formação?
Sou formado em técnico de Edificações e atualmente estou no 8º período de Engenharia Civil, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Há quanto tempo está na Fiocruz?
Desde agosto de 2003.

Como foi sua trajetória na Fundação até tornar-se servidor?
Em 2003, fui contratado como bolsista para participar de um projeto da Diretoria de Administração do Campus (Dirac), na Central de Atendimento. Em 2004, o projeto virou programa e fui contratado como terceirizado. Fui aprovado no concurso de 2006 e desde 2008 integro o quadro de servidores da Fundação.

Conte-nos um pouco sobre sua experiência profissional, inclusive se já atuou fora da Fiocruz.
Eu me Formei em técnico de edificações em 2000 pelo CEFET/RJ. Tive a felicidade de cumprir meu estágio curricular obrigatório na fábrica da White Martins. Posteriormente, prestei serviço para uma empresa terceirizada da Companhia Estadual de Gás – CEG e,  por fim, antes de entrar na Fiocruz, trabalhei na gerenciadora de obras dos bancos Itaú e o extinto Banerj, onde era responsável pelas obras de “atualização de layout” das agências (Rio e Espírito Santo).

A experiência profissional que tive até esse momento, apesar de pouca, me possibilitou conhecer algumas áreas da engenharia como manutenção civil e predial, instalações, projetos, acompanhamento e fiscalização de obras. Assim, como disse anteriormente, em 2003 comecei a trabalhar na Fiocruz, como bolsista, atuando como síndico de uma gama de prédios do campus Manguinhos. Após isso, o setor sofreu algumas alterações e diversas outras atividades passaram a fazer parte da nossa “pasta” de serviços (como carpintaria, serralheria, obras e outros).

Hoje, entre outras atribuições, substituo a chefia do Serviço de Adequações Físicas, quando necessário.

E aqui na Fiocruz, já atuou em outros setores além da Dirac?
Sempre trabalhei na Dirac. Inicialmente, na Central de Atendimento e atualmente no Serviço de Adequações Físicas (SAF).

Fale um pouco sobre seu trabalho no SAF.

Dou suporte à chefia, levanto materiais para as obras a serem executadas pelo SAF e contato empresas para elaboração de orçamento, e contratação, dos serviços não executados pela área.  Fiscalizo contrato de serviço contínuo, acompanho de obras e feedback a usuários.

Quais os desafios do seu trabalho?

O que vejo como maior desafio é atender de forma satisfatória as exigências das diversas unidades da Fiocruz sem deixar de entender a particularidade de cada sala e laboratório. Atender nos prazos previamente combinados, para que os resultados de pesquisas e trabalhos da Instituição não sejam alterados ou postergados também é um grande desafio.

O que a Fundação representa para você?

A Fiocruz ajudou a formar a pessoa que sou hoje. Aqui ganhei responsabilidade, assimilei conhecimentos e fiz amigos. A Fundação oferece a todos condições de trabalhar com qualidade de vida. A forma como todos falam do orgulho de fazer parte dessa Instituição torna impossível que não nos envolvamos. Impossível ficar alheio aos compromissos que temos perante a sociedade mundial e isso dá muita motivação para buscar fazer o melhor a cada dia

Entrevista publicada em 28.03.2011 - Foto: Direh

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