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Foto: Alvaro Ferraris

Alvaro Ferraris

Alvaro trabalha na Creche Fiocruz há 18 anos e é responsável pelo serviço de Almoxarifado.

Qual a sua formação?
Sou formado em Administração de Empresas.

Quando chegou à Creche Fiocruz?
Cheguei no dia 25 de fevereiro de 1993.

Conte-nos como ingressou a equipe da Creche.
Vi um anúncio no jornal informando sobre uma vaga para a minha área de interesse. O endereço era de Caixa Postal, então eu não tinha como saber de qual empresa se tratava. Estava desempregado, por isso me interessei logo. Concorri com 24 pessoas para trabalhar na Creche que, na época, ainda era vinculada à Asfoc-SN (Sindicato dos servidores da Fiocruz). Consegui a vaga e aqui estou, há 18 anos!

Já trabalhou em outras unidades e/ou setores da Fiocruz?
Não. Sempre trabalhei na Creche do Campus Manguinhos, sendo 10 anos pela Asfoc e 8 anos pela Direh, por meio da terceirização da Empresa Mary Poppins, que presta serviços para a Fiocruz.

Na Creche, qual a sua atuação?
Fui contratado para implantar os almoxarifados assim que a Creche expandiu e precisou concentrar seu trabalho. Aqui, implantei três almoxarifados pelos quais sou responsável até hoje: o de alimentos, o de material pedagógico e o de peças de manutenção e material de limpeza. Recebo, armazeno e distribuo os materiais que são entregues na Creche. Os alimentos, por meio de licitação anual, elaborada pela Nutrição e pela Administração. Os materiais pedagógicos são entregues pelos pais no começo de cada ano, por meio de uma lista preparada pela Equipe Pedagógica e por mim. Já os materiais de limpeza são requisitados no almoxarifado central da Fiocruz.

Já trabalhou em outros lugares além da Fiocruz? Se sim, conte-nos suas experiências.
Sim, antes de ingressar na Fiocruz trabalhei em diversas áreas. Já fui garçom, segurança e exerci diversas funções até me tornar auxiliar de Produção de uma indústria de máquinas, onde passei a auxiliar de Almoxarifado. Foi ainda nessa época que comecei a fazer cursos ligados à área de materiais, área com a qual me identifiquei muito e tenho orgulho de alcançar 25 anos de experiência.

Quais os desafios diários de se trabalhar com crianças?
O maior desafio é você gostar do que faz. Na verdade, isso aqui é uma espécie de válvula de escape para mim. Gosto muito dessa interação com as crianças e da facilidade que elas têm de transformar meu local de trabalho num ambiente alegre.

E quais os aprendizados?
A cada dia estamos aprendendo mais alguma coisa. Nesses 18 anos, pude aperfeiçoar meus estudos. Conquistei Espanhol pela UFRJ, Administração pela UniverCidade e uma atualização em Gestão de Estoque pela FGV, este último por intermédio do Núcleo de Ensino e Pesquisa da Creche Fiocruz. Aqui também, desenvolvi a maneira de me relacionar com as pessoas, superei os rótulos e hoje sou mais flexível do que quando entrei aqui.

Tem alguma situação marcante, que tenha vivido neste tempo na Creche Fiocruz, que possa nos contar?
Sim. Recentemente recebemos a visita de algumas crianças que hoje, já formados, puderam retornar à creche de onde foram alunos. É gratificante ver essas crianças entrando no mercado profissional e perceber que, de alguma forma, também fiz parte disso. Um exemplo é a nova estagiária de Nutrição da Creche, “Marcinha”, que foi aluna daqui, ainda no berçário.

Participa de alguma atividade na Fundação, além da Creche?
Sim. Jogo bola toda terça-feira no Futebol dos Veteranos, aqui no campo da Fundação e participo, junto com a Creche, das campanhas de vacinação pelo Fiocruz pra Você. Participei de todas as campanhas e pretendo continuar participando!

O que tem a dizer sobre a Fiocruz?
Só coisa boa... A Fiocruz é a minha vida! Minha filha de doze anos, inclusive, foi criada conhecendo tudo aqui dentro, participando das festas das crianças e de Natal da Asfoc e também de quase todas as colônias de férias, e ela adora! Me sinto privilegiado com todo esse verde em volta da Creche e de trabalhar num lugar onde os funcionários confraternizam sem distinção.
Entrevista publicada em 02.08.2011 - Foto:

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