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Foto: Cristina Barros

Cristina Barros

Cristina Barros é Formada em Química Industrial com mestrado e doutorado em Gestão de Iniciativas Sociais. Atua na Fiocruz desde 2006

Qual sua formação?

Sou formada em Química industrial com mestrado e doutorado em Gestão de Iniciativas Sociais pela COPPE/UFRJ.

Em qual unidade da Fiocruz você trabalha?  

Presidência

Desde quando você trabalha na Fundação?

Desde 2006

Quais são as atividades que exerce na Fiocruz?

Atuo na Coordenadoria de Cooperação Social, assessoria da Presidência. Desenvolvo atividades de educação em saúde e ambiente no complexo de Manguinhos por meio do Programa de Controle da Dengue em Manguinhos. Colaboram com esse programa servidores do DSSA/ENSP, ACS/ENSP e IOC. Esse programa implementa projetos de diagnóstico socioambiental, formação continuidade e ação nas escolas do entorno da Fiocruz Manguinhos desde 2008.  Participo da formação de moradores e agentes de vigilância ambiental. Acompanho convênios e projetos da coordenadoria voltados para a população de territórios vulneráveis. Participo de comissões de seleção de projetos e de bolsistas de programas de desenvolvimento da Fiocruz, além de formular e implementar políticas de integração de projetos em cooperação social.

Trabalhou em outras funções na Fundação?  

Em essência não, embora tenha acompanhado uma mudança de gestão e perceba uma diferença significativa na forma de atuação da Cooperação Social.

O que é a Fiocruz para você?

É um potencial inesgotável de possibilidades! É um mundo a descobrir para poder contribuir. É um lugar onde é livre a associação de grupos para desenvolvimento de atividades colaborativas. Sinto-me parte integrante de muitos processos, guardadas as proporções.

Alguma situação peculiar que viveu nesses anos de trabalho?

É perceber como a Fiocruz é respeitada por outras instituições de pesquisa e universidades. Isso me faz muito feliz em trabalhar aqui!

Qual a importância de sua unidade no contexto Fiocruz?

Enquanto uma pesquisadora da área de gestão e inovação técnico-científica, acho que a Presidência cumpre um papel de mediação e de propositora de políticas de desenvolvimento para a instituição como um todo. Respeitando, evidentemente, a especificidade, a liberdade de atuação e os saberes inerentes a cada uma de suas diferentes Unidades, sendo todos os seus trabalhadores os verdadeiros artífices desse desenvolvimento.

Por último, qual é para você o papel do servidor na Fiocruz?

É alguém que perpetua a história de uma instituição centenária. Pertuar é estar na vanguarda, preocupar-se com os processos inovadores e estar atento às necessidades da população brasileira. É também estar aberto para o novo e o diferente. É surpreender-se a cada dia por mais uma conquista, por mais simples que seja. É contribuir para a saúde integral da população.

Entrevista publicada em 21.10.2011 - Foto: Ascom - Cooperação Social

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