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Foto: Roberto Pereira Werkhäuser

Roberto Pereira Werkhäuser

Com 22 anos de Fiocruz, o biólogo Roberto Pereira Werkhäuser, do Instituto Aggeu Magallhães, pesquisa genes e proteínas de parasitas de seres humanos e caracterização de antígenos importantes para o diagnóstico de doenças parasitárias.

Qual sua formação?

Tenho bacharelado e licenciatura em Ciências Biológicas e mestrado em Bioquímica pela Universidade Federal de Pernambuco.

Quantos anos na Fiocruz?

Tenho 22 anos de Fiocruz.

O que é a Fiocruz para você?

A Fiocruz, eu a vejo como a mais importante instituição nacional de pesquisa atuando na área da saúde. Uma instituição profundamente comprometida com a saúde e com a qualidade de vida do povo brasileiro. Uma instituição que se esforça por superar todos os limites impostos pelo quadro sempre desafiador da saúde pública brasileira. Trabalhar na Fiocruz é fazer parte de uma comunidade dotada de altos padrões éticos e técnico-científicos, capaz de propor soluções inovadoras aos desafios da saúde no Brasil, sempre transitando com igual competência nas áreas de pesquisa, desenvolvimento, produção e ensino.

Que atividades realiza?

Trabalho com pesquisa de "genes e proteínas de parasitas de seres humanos e na caracterização de antígenos importantes para o diagnóstico de doenças parasitárias" e minhas atividades envolvem experimentação científica nas áreas de bioquímica, biologia molecular e imunologia.

Qual a importância de sua área para o desenvolvimento de pesquisas e melhoria da sáude no país?

O estudo de genes e proteínas de parasitos constitui um dos principais alicerces científicos e tecnológicos para o desenvolvimento de novas vacinas, de novos quimioterápicos e de abordagens diagnósticas mais eficientes e adequadas à realidade brasileira.

Quais as pesquisas atuais em que está envolvido?

Atualmente coordeno o projeto "Clonagem de genes que codificam antígenos de Leishmania (V.) braziliensis, reconhecidos por pacientes com leishmaniose tegumentar americana, e análise imunológica , visando o desenvolvimento de abordagens diagnósticas e imunoprofiláticas".


Entrevista publicada em 23.05.2008 - Foto: Comunicação/IGM

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