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Foto: Paulo Muniz

Paulo Muniz

Paulo Muniz completa 20 anos de atuação na Fiocruz em julho. Lotado na Dirac, começou a trajetória na Fiocruz como motorista do IFF, e, desde 2006, faz parte da coordenação do Setor de Transportes daquela diretoria.

Há quanto tempo você trabalha na Fiocruz?
Comecei no dia 7 de julho de 1989. Vou completar 20 anos na Fiocruz.

Qual a sua formação?
Tenho o Ensino Médio completo.
 
Já trabalhou em outras unidades?
Eu sempre estive lotado no Setor de Transportes da Dirac. Comecei como motorista de ambulância do IFF e do IPEC, depois fiquei apenas no Setor de transportes (Setran). Há 4 anos fui chamado para a administração do setor, onde estou até hoje.

Quais as principais atividades desenvolve no Setor de Transportes?
A minha primeira grande atividade quando passei a fazer parte da administração foi regularizar toda a frota da Fiocruz. Hoje sou representante da Instituição junto aos órgãos de trânsito, e ajudo no controle de frequência, na melhoria da estrutura física e da qualidade dos serviços prestados, além de supervisionar o trabalho das oficinas. Recentemente criamos um novo sistema para o abastecimento dos veículos, que agora é feito fora da Fiocruz, fizemos o seguro de toda a frota e estamos trabalhando também num novo sistema de controle de manutenção, mais ágil e detalhado.

Qual o maior desafio do seu trabalho?

O desafio é dar um suporte administrativo para melhorar sempre o desempenho operacional, buscando pensar coletivamente fazendo com que a teoria funcione na prática, além de valorizar o bem-estar emocional dos trabalhadores. O motorista precisa estar bem emocionalmente, pois ele tem uma grande responsabilidade, ele carrega vidas. Graças ao trabalho que vem sendo feito, o índice de acidentes com vítimas nos últimos anos é praticamente nulo.
 
Você já fez algum curso de capacitação na Fiocruz?
Fiz vários. Entre outros, fiz cursos de direção defensiva, atendimento ao cliente e transporte de cargas perigosas.
 
Quais experiências você destacaria nestes 20 anos de trabalho na Instituição?
Eu cresci muito, melhorei meu relacionamento interpessoal, me sinto mais útil. Depois que passei a trabalhar na coordenação do setor passei a ter uma visão mais ampla da Instituição, o que me fez poder colaborar mais. Hoje eu busco informar a todos sobre tudo o que acontece, valorizando todos os trabalhadores do setor, sejam servidores ou terceirizados. No Setran, somos uma família. Quem vem trabalhar aqui dificilmente quer sair, tratamos todos igualmente.

O que representa a Fiocruz para você?
É a minha casa. Eu passo mais tempo aqui do que em casa, são 12 horas diárias de trabalho feito com muito amor, dedicação e prazer. Todo dia aqui é um grande aprendizado. Estou aqui para o que precisarem, podem contar comigo para tudo. Entrevista publicada em 15.05.2009 - Foto: Comunicação Direh

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